25/07/2010

de Torat...




Eu pesco de novo
todos os alvos da soberba,
a onda invisível do destino...
A florada e seca.

Prestes a naufragar
e me dividir, sem domar.

Dei-me o vencido
pela dimensão
das palavras
em que chafurdam
novos símbolos
aguardando ofertam
à trivial teima numa certeza
se estende na ocasião.


Os tratados na feitura
ao sol caminhamos
abaixo
ainda caminhamos nesse sol.
Absorvendo os signos
que nos sobraram
como legado,
propriedades do caso/coro.

Solto
nosso amor constrói
seus vaidosos motivos
pra que as horas enganchem
e eu possa ao menos te dar
um beijo de novela.

Novos símbolos
aguardando ofertam
na trivial teima
uma certeza
se estende na ocasião.


Os tratados na feitura
ao sol caminhamos
abaixo



ainda caminhamos
nesse sol.
Absorvendo os signos
que nos sobrarão
como legado
propriedades
do coro.


Solto nosso amor
constrói a parte
seus vaidosos motivos
em gestos.

Não restamos ignorados
na evasão dos dias
assumindo a telúrica
iluminação de não
pertencer a causa estranha
que confiando a coragem
aos dessemelhantes
escraviza a nós

[tenho sempre o trabalho - está feito!]


mesmo
como um jovem
seguro
jamais se explora
o que está guardado.


Espera-se da confusão
[dissipa o sentido]
ao momento
pra que as horas 
enganchem
e eu possa 
ao menos 
te dar
um beijo de novela. 


E...

Eu pesco de novo
todos os alvos da soberba,
a onda invisível do destino...


Aflorada em seca.

Prestes a naufragar
e me dividir, sem domar.
Dei-me o vencido
pela dimensão
das palavras
em que chafurdam
novos símbolos
aguardando ofertam
à trivial teima numa certeza
se estende na ocasião.
Os tratados na feitura
ao sol caminhamos
abaixo
ainda caminhamos nesse sol.
Absorvendo os signos
que nos sobraram
como legado,
propriedades do caso - coro:


Solto
nosso amor constrói
seus vaidosos motivos
pra que as horas enganchem
e eu possa ao menos te dar
um beijo de fotonovela.



.35

17/07/2010

ca late boca



Formulou-se essa expressão
muito tempo depois
que os bichos começaram a falar:

Cala-te boca!

Como é possível calar outra coisa senão a boca?
Como se fosse possível calar. Onde há sempre uma boca 
que simula uma frase, auto-menção, procurando entreter 
o juízo que queima.

Narciso...                                                                                            jumento nosso irmão...

11/07/2010

Predestinado



- Está escrito!

- Sim, está escrito o passado, 
 supere-se nobremente... Veja!

- Está escrito?

- Estamos escrevendo,,, por entre as folhas mortas,,, 
os galhos quebrados,,, as boas estações,,, na fé...







Amor...
...Sorte
Saúde...
...Alegria
Anarquia...






A paz almeja!


[o desenho da menina eu pesquei aqui: http://achiame.com/portal/ ]
[A imagem da âncora fotografei de um lençol de quando eu era mais criança:)]

09/07/2010

ames dit



É necessário que partindo
do estado ocioso como um ninho,
aborreça os nervosos cães.

É orgulhoso que se fecha
vizinho de toda bruma natural,
venenosa como espinhos.

E lá vão vocês. Não?
Tomar dos outros o que guardou pra si.
Mesmo...
Neutralidade seria traçar as metas 
procurando tê-las
na palma indivisível da mão. 
Abastecer os comentários com zelos. 

Ditames.


 23

01/07/2010

Sabugão!








Lágrimas seriam jogada.
Pipocavam na sede.

Louco pra escapar dos versos
que cruzam a parede certeiros
como essa proposta
pra rebentar coragens.

Mestre em descartar do equilíbrio
a perda que oca o pau
do horizonte maduro escapando.

Longo em saborear do ar
as incertezas. Vagando.

Cálculo que dita a forma
mais séria de convencer
a dobra do limite que gasta
o limite que aposta.


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